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Fibrose hepática: Causas e consequências

26/12/2022

A fibrose hepática é caracterizada pelo acúmulo de tecido conjuntivo no fígado. Esse tecido apresenta um processo de cicatrização em resposta à lesão celular hepática crônica e repetida causada por alguma enfermidade hepática. Isso ocorre porque, da mesma forma que a pele e outros órgãos cicatrizam suas feridas através da deposição do colágeno, o fígado também busca reparar as suas lesões.

Doenças hepáticas crônicas como Hepatite B viral e crônica, hepatite C crônica, doença hepática adiposa não alcoólica, doença hepática alcoólica podem ser a causa do problema. A esteato-hepatite,  evolução da gordura no fígado geralmente causada pelo sedentarismo ou obesidade, também pode ser causa.

Normalmente, o fígado segue continuamente na tentativa de regeneração ao dano tecidual, intensificando a fibrose e podendo levar a um quadro de cirrose, quando há prejuízo ao fluxo de sangue pelo fígado e às funções hepáticas.

O tratamento não é feito especificamente para a fibrose, mas sim para a enfermidade hepática causadora das lesões, e o objetivo do tratamento é fazer com que a continuidade dos dados cessem.

O nível de fibrose do fígado pode ser identificado por meio da Elastrografia Hepática (FibroScan®). Trata-se de um método indolor, capaz de avaliar o grau de rigidez do fígado ocasionado pela fibrose por meio da utilização de ultrassons de baixa frequência, propagados através da pele e do tecido subcutâneo até o órgão.

Para o correto diagnóstico, a consulta médica com um especialista é essencial. Converse com seu gastroenterologista e tire todas as suas dúvidas.

Exames com fibroscan podem ser agendados através do telefone: (47) 3222-0432 ou Whatsapp: (47) 99963-3223.
FONTE: MSD Manuals; Jornal USP; ANDRADE.

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